26 de out de 2015

É O BLOQUEIO MAIS DURADOURO DA HISTÓRIA: MAIS DE CINQUENTA ANOS PENALIZANDO TODO UM POVO!

 

 Nesta segunda-feira, 26, o escritor e ex-agente de segurança cubano Raúl Antonio Capote Fernández fará uma visita de cortesia à Câmara Municipal de Porto Alegre em agradecimento à adesão dos vereadores ao fim do embargo a Cuba por meio da assinatura de mensagem dirigida ao Congresso dos EUA. O documento faz parte de uma campanha do Comitê Internacional Paz, Justiça e Dignidade dos Povos envolvendo parlamentos, movimentos e simpatizantes de todo o mundo com o objetivo de sensibilizar os congressistas estadunidenses para a importância desta causa. A visita desta segunda-feira é aberta a todos e acontece a partir das 13h30 na sala da Presidência da Câmara de Porto Alegre. "Na oportunidade, vamos reafirmar nosso desejo de que em breve o embargo chegue ao fim, permitindo o desenvolvimento econômico soberano da nação cubana", diz a vereadora Jussara Cony (PCdoB), responsável por colher as assinaturas de 26 vereadores que subscreveram a mensagem.


                                                        VENCEMOS !!! VENCEREMOS !!!

AMANHÃ, DIA 27 DE OUTUBRO, A COMUNIDADE INTERNACIONAL VAI SE PRONUNCIAR NA ONU - E CUBA VAI VENCER MAIS UMA VEZ !!!

#‎FIMDOBLOQUEIO‬

Amanhã, dia 27, terá votação na ONU contra o Bloqueio. Em 1992 foram 59 países contra o bloqueio . Em 2014 foram 188 países a votar a favor de Cuba! Adelante!!!

Participe: noalbloqueoacuba@gmail.com









                                                               VENCEMOS !!! VENCEREMOS !!!

23 de out de 2015

VIVA FIDEL !!!

#‎FIMDOBLOQUEIO‬

 VENCEMOS !!! VENCEREMOS !!!

TERÇA-FEIRA, DIA 27, SERÁ VOTADA NA ONU A RESOLUÇÃO QUE PODERÁ POR FIM HÁ MAIS DE 50 ANOS DE COVARDIA CONTRA UMA NAÇÃO DIGNA E SOBERANA. VIVA A REVOLUÇÃO CUBANA!



TERÇA-FEIRA DIA 27 DE OUTUBRO A ASSEMBLEIA GERAL DAS NAÇÕES UNIDAS VAI VOTAR MAIS UMA VEZ A RESOLUÇÃO QUE PROPÕE DERRUBAR O BLOQUEIO DOS EUA CONTRA CUBA. É O BLOQUEIO MAIS DURADOURO DA HISTÓRIA: MAIS DE CINQUENTA ANOS PENALIZANDO TODO UM POVO!
Escreva para : noalbloqueoacuba@gmail.com e demonstre sua indignação contra essa política falida e fratricida !!!
  
                                            VENCEMOS !!! VENCEREMOS !!!

BANCO FRANCÊS PAGARÁ 800 MILHÕES POR VIOLAR BLOQUEIO A CUBA

#‎FIMDOBLOQUEIO‬
 
O gigante dos bancos franceses e europeus Credit Agricole na terça-feira entrou para a lista já impressionante de bancos que concordaram em pagar grandes multas relacionadas a transações envolvendo as entidades de países sob sanções dos EUA, incluindo Cuba, Irã e Sudão .

De acordo com a AFP, Credit Agricole concordou em pagar 787 milhões de dólares (700 milhões de euros), em um acordo para evitar a cobrança para essas transações em dólares identificados como parte de uma investigação dos norte-americanos para os bancos europeus com operações em países sancionados por Washington.

A reparação seria a quarta maior paga por um banco Banco Europeu a reguladores estadunidenses por violar as sanções utilizando o sistema financeiro dos EUA durante o governo Obama.

Em julho de 2014, após a confirmação de que outro gigante europeu, BNP Paribas, pagou a soma recorde de cerca de 9.000 milhões de dólares por violar as políticas de sanções dos Estados Unidos e de conduta relacionados com Cuba e outros países na lista negra por operações de Washington. Nos últimos tempos foram duramente multados o Credit Suisse ($ 536.000.000 em 2009) e Commerzbank (1,71 bilhões de 2015).

Também foi relatado que outros bancos do Velho Continente são investigados, incluindo o francês Société Générale, Deutsche Bank AG alemão e Banamex, uma unidade do Citigroup no México.

A multa ao Credit Agricole parte de um acordo de diferimento do juízo (DPA), por que o banco evita as supostas violações não incorrendo mais nelas e está em conformidade com certos controles. O valor não inclui outros $ 1.820 milhões para despesas com litígios.

O acordo entre CA e as autoridades dos EUA ─ os Departamentos de Justiça e do Tesouro, promotores de Manhattan e do regulador de serviços financeiros (DFS) em Nova York e do Federal Reserve (Fed) ─ poderia ser anunciado oficialmente nesta semana, afirmaram segundo várias fontes de informação próximas do caso.

Autoridades dos EUA agora têm acusado Credit Agricole de transferir milhares de milhões de dólares para contas de entidades do Irã, Sudão e Cuba, países sob sanções dos EUA, entre 2003 e 2008.

Colaborando com os EUA

Após a aplicação da multa, no ano passado, o BNP Paribas anunciou a criação de um departamento para monitorar o andamento das leis estadunidenses em Nova York, a partir do qual todos os fluxos devem ser geridos em dólares.

Outros bancos europeus na lista negra -Deutsche Bank, Societe Generale e UniCrédit-, indicaram que eles estavam trabalhando com as agências norte-americanas, investigando supostas violações de embargos.

Desde 2009, os EUA emitiu sanções no valor de cerca de $ 14,000 milhões contra bancos estrangeiros por violação das sanções.

Cuba tem considerado em várias ocasiões "insuficiente" as medidas da administração Obama para modificar o regime de sanções na ilha, que permanece sob proibição de utilizar o dólar em suas transações internacionais e não podem exportar para os Estados Unidos, entre outras restrições.

Analistas disseram que a política de perseguição e multas por essas transações consideradas ilegais pela Justiça dos Estados Unidos, assim como a continuidade da proibição para a ilha operar internacionalmente com o dólar, são fatores que continuam a impedir os bancos dos EUA de focar uma possível abertura para a nação caribenha no cenário atual de aproximação bilateral.
 
(com informações de agências e Cubacontemporânea)
Publicado en: Bloqueo contra Cuba
 Via CUBADEBATE - Contra el Terrorismo Mediático 
 
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FIM DO BLOQUEIO CONTRA CUBA, REIVINDICAÇÃO DOS CINCO CONTINENTES

#‎FIMDOBLOQUEIO‬ 

Nações Unidas (Prensa Latina) O debate de alto nível da Assembleia Geral da ONU reiterou neste ano o rechaço mundial ao bloqueio estadunidense contra Cuba, a poucas semanas da nova votação nesse foro de uma resolução que reivindica sua suspensão.
Mais:
Entre os dias 28 de setembro e 3 de outubro, 47 chefes de Estado, de Governo e outros altos funcionários dos cinco continentes defenderam no debate geral o fim do cerco econômico, comercial e financeiro vigente por mais de meio século.

Novamente o tema esteve entre os mais tratados pela comunidade internacional na Assembleia, em um planeta marcado por conflitos, crises e desafios como a mudança climática, a busca da paz e o desenvolvimento sustentável.

Na voz de muitos presidentes ouviram-se em relação ao bloqueio qualificações de anacronismo, injustiça, obstáculo ao desenvolvimento, medida coercitiva unilateral, ato sem sentido e asfixia para o povo cubano.

Os chamados a deter as sanções contra a ilha tiveram lugar a menos de um mês da apresentação ante a Assembleia Geral das Nações Unidas da iniciativa que pede a Washington pôr fim ao castigo, prevista para o dia 27 de outubro.

Trata-se de um texto similar ao que desde 1992 recebe o respaldo majoritário do mundo, com 188 das 193 nações membros da ONU lhe dando seu apoio nos últimos dois anos, com a isolada rejeição dos Estados Unidos e Israel.

RECLAME MUNDIAL

Desde a primeira intervenção na plenária do principal órgão deliberativo da ONU, realizada pela presidenta brasileira Dilma Rousseff, até os discursos finais, no sábado 3 de outubro de 2015, líderes dos cinco continentes pediram a suspensão do bloqueio imposto oficialmente em fevereiro de 1962 pelo então presidente norte-americano John F. Kennedy.

Nossa região, onde reina a paz e a democracia se alegra da restauração das relações diplomáticas entre Cuba e Estados Unidos e com esta ação se põe fim a uma política que provém da guerra fria que deve culminar com o fim do bloqueio a Cuba, afirmou Dilma Rousseff.

Por sua vez, o primeiro-ministro de San Vicente e Granadinas, Ralph Gonsalves, advertiu que "há bem mais por fazer para desencadear o povo cubano das correntes de um bloqueio injusto, ilegal e claramente antiquado". Também os presidentes da Venezuela, Nicolás Maduro; Equador, Rafael Correa; Panamá, Juan Carlos Varela; Sérvia, Tomislav Nikolic; Moçambique, Jacinto Nyusi; México, Enrique Peña Nieto; Gabón, Ali Bongo Ondimba; Bolívia, Evo Morales; Uruguai, Tabaré Vázquez; e Namíbia, Hage Geingob, entre outros, reivindicaram o fim do cerco.

Por sua vez, no púlpito, a ministra de Estado de Níger, Aichatou Boulama Kané, pediu para aproveitar os 70 anos das Nações Unidas para suspender o bloqueio, enquanto o chefe de Estado sul-africano, Jacob Zuma, alertou que a medida estadunidense limita a liberdade econômica dos habitantes da maior das Antilhas.

Para o líder de Gana, John Dramani Mahama, o cerco que sofre Cuba constitui um "resquício da Guerra Fria" que deve ser eliminado.

Angola, Vietnã, Vanuatu, Laos, Trinidad e Tobago, Guiné Equatorial, Benin, Timor-Leste, Antigua e Barbuda, Lesoto, Camboja, Ilhas Salomão, Barbados, Burquina Faso, Síria, Belize, Jamaica, São Tomé e Príncipe, Congo, Granada, Tuvalu, Santa Luzia, Peru, Guiné-Bissau, Guatemala, Suriname, El Salvador e Dominica somaram-se na Assembleia ao reclame.

O próprio presidente estadunidense, Barack Obama, reconheceu que o bloqueio estabelecido pela Casa Branca não tem cabimento, e pediu novamente ao Congresso norte-americano a lhe pôr fim.

Com a entrada em vigor em 1996 da Lei Helms Burton, a malha de sanções contra a ilha converteu-se em lei, e corresponde ao Capitólio sua total suspensão.

CUBA DENUNCIA

Ao intervir no segmento de alto nível da Assembleia Geral, o chefe de Estado e de Governo de Cuba, Raúl Castro, denunciou a vigência do bloqueio e a necessidade do cessar das injustas e unilaterais sanções.

Além disso, ratificou que Havana continuará promovendo na ONU a votação da resolução que desde 1992 exige o fim do cerco.

"Enquanto persista, continuaremos apresentando o projeto de resolução intitulado Necessidade de pôr fim ao bloqueio econômico, comercial e financeiro imposto pelos Estados Unidos da América contra Cuba", sublinhou.

A nova votação gera particulares expectativas, sobretudo pela posição que adotará Washington, depois que Obama pediu várias vezes ao Congresso a eliminação do bloqueio.

Segundo o relatório de Cuba, a propósito do castigo de Washington, considerando a depreciação do dólar frente ao valor do ouro no mercado internacional, o impacto econômico do mesmo ascende a 833.755 bilhões de dólares.

Em relação aos danos humanos, a ilha considera que é impossível quantificar os impactos de uma política que impede o acesso a medicamentos, equipamentos, peças de reposição e tecnologias para salvar a vida de crianças, idosos, mulheres e homens.

CELEBRAÇÕES PELA APROXIMAÇÃO CUBA-EUA

O debate geral da Assembleia também ratificou a aprovação da comunidade internacional à aproximação entre Estados Unidos e Cuba.

Aproximadamente 65 governos celebraram a restauração de vínculos diplomáticos e a reabertura de embaixadas, materializadas por Havana e Washington no último dia 20 de julho.

Transbordaram as felicitações aos presidentes Obama e Raúl Castro pelos passos dados e os reconhecimentos ao novo cenário bilateral como um exemplo do valor do diálogo para resolver diferenças.

"Devemos dar as boas-vindas a alguns fatos diplomáticos recentes que proporcionam centelhas de esperança nas relações internacionais. A restauração das relações diplomáticas entre os Estados Unidos e Cuba é, sem dúvida, um grande avanço histórico", afirmou o presidente haitiano, Michel Martelly.

A presidenta da Libéria, Ellen Johnson Sirleaf, também qualificou de importante acontecimento que ambos países decidissem resolver suas diferenças com a retomada de vínculos.

"Claro que há motivos para a esperança. O acordo nuclear com o Irã e a restauração de relações diplomáticas entre Estados Unidos e Cuba demonstram que situações estagnadas durante demasiado tempo são suscetíveis de solução dada a boa vontade das partes e Espanha os felicita por isso", disse o chanceler espanhol, José Manuel García Margallo.

A propósito da aproximação, o líder cubano Raúl Castro sublinhou que ocorre depois de 56 anos de heroica e abnegada resistência do povo da ilha.

"Agora se inicia um longo e complexo processo para a normalização das relações, que será alcançado quando se pôr fim ao bloqueio econômico, comercial e financeiro; devolverem a Cuba o território ocupado ilegalmente pela Base Naval de Guantánamo; cessarem as transmissões radiais e televisivas e os programas de subversão e desestabilização contra a ilha, e compensarem nosso povo pelos danos humanos e econômicos que ainda sofre", sentenciou.

Por Waldo Mendiluza*

* Correspondente da Prensa Latina nas Nações Unidas.

Por Prensa Latina - Agência Informativa Latino-americana.
                                                            VENCEMOS !!! VENCEREMOS !!!

21 de out de 2015

RANDOLFE RODRIGUES: "BRASIL DEVE APOIAR O FIM DO EMBARGO A CUBA"


Por: Brasil 247: o seu jornal digital 24 horas por dia, 7 dias por semana.

                                                                       VENCEMOS !!! VENCEREMOS !!!

MÉDICOS CUBANOS DESCOBREM A CURA DO VITILIGO.

 Apesar do Bloqueio

O mundo inteiro celebra esta notícia: médicos cubanos conseguem a cura para o vitiligo .
Agora, imagina quantas vitórias seriam alcançadas se não existisse um bloqueio genocida e criminoso contra todo um povo !!!!!


Vitiligo ou Leucoderma é uma doença que perde progressivamente a cor da pele e afeta 1% da população mundial, independentemente do sexo, idade, raça ou latitude geográfica. Caracteriza-se pelo aparecimento de despigmentação, principalmente na face, extremidades e região genital dos indivíduos que sofrem da doença.

A doença pode permanecer localizada nesses locais por um longo tempo ou se espalhar rapidamente por todo o corpo até ficar completamente despigmentado. A doença é causada pela destruição de um tipo de células chamadas melanócitos que são responsáveis pela produção do pigmento que dá cor a pele (melanina).
Informações sobre o tratamento para curar Vitiligo desenvolvido em nosso centro.

Vitiligo

Para começar, é necessário ser consultados no nosso Serviço de Clínica Internacional e permanecer por um mínimo de três dias em Cuba.

As consultas são realizadas por equipe médica especializada, de segunda a sexta-feira de cada semana, entre 8h30 e 16:00, com um preço de 120,00 CUC (Cubano Conversível querem saber). Se você não trouxer resultado da biópsia de pele, ela será realizada em nosso Centro por um valor de 150,00 CUC.

As primeiras sessões do método de tratamento [3] tem um valor de 40,00 CUC cada. O paciente que não estiver internado, deverá se hospedar em hotéis da capital, já que o tratamento é ambulatorial.

Não é necessário marcação prévia, pois os pacientes serão atendidos por ordem de chegada em nossos serviços clínicos do Centro de Histoterapia Placentaria, localizado na Calle 18, 4302 esquina com a 43. Miramar, Playa, em Havana, Cuba.

Para continuar o tratamento em casa, o paciente receberá na consulta a quantidade apropriada de medicamento a tomar, de acordo com o grau de extensão da sua superfície corporal afectada pela doença. O valor de uma garrafa melagenina Plus (235 ml) é 36.00 CUC.

NOTA: O medicamento Melagenina Plus não é vendido livremente, somente com a avaliação e prescrição médica en nosso Centro, que inclui consulta e três seções de tratamento.

MELAGENINA PLUS

O Melagenina Plus (melagenina + cloreto de cálcio) é um extrato alcoólico de placenta humana, produto farmacêutico que tem a propriedade de aumentar a reprodução dos melanócitos, bem como acelerar o processo de produção de melanina dentro dele, por isso resulta em uma droga eficaz no tratamento do Vitiligo ao acelerar a reprodução dos melanócitos restantes na borda ou interiores das regiões siglas do paciente.

Melagenina

A segurança do tratamento com MELAGENINA PLUS permite a sua utilização em crianças e adultos, incluindo os idosos, mulheres grávidas e mulheres durante o período menstrual. Ele suporta qualquer tipo de alimento ou bebida, bem como outros grupos de medicamentos, com exceção psoralenos, corticoides e citostáticos, com os quais se manifesta o antagonismo.


Via:
CUBAnoti.com

 

COMUNICAÇÃO E IDEOLOGIA COM RAÚL CAPOTE FERNÁNDEZ


 
A Associação Cultural José Martí / RS, com o apoio do PPG em Psicologia Social e Institucional da UFRGS, convidam para a atividade “Comunicação e Ideologia”, com o professor e historiador cubano Raúl Capote Fernández.

Raul Capote é membro da União de Historiadores de Cuba e da Sociedade Cultural José Martí. Servidor do Instituto Cubano de Amizade com os Povos – ICAP, é Licenciado em Artes e Master em Relações Internacionais, profesor auxiliar da Universidade de Ciências Pedagógicas Enrique José Varona, e autor de vários artigos e dos livros El caballero ilustrado (novela), Juego de Iluminaciones(contos), El adversario (novela) e Enemigo (testemunho).

Organizado por Rita Buttes
Data, hora e local do evento: dia 27 de outubro, terça-feira, às 14 horas, no Prédio Anexo I do Campos Saúde da UFRGS - Rua Ramiro Barcellos, 2777 - Sala 304.
                           
                                               VENCEMOS !!! VENCEREMOS !!!

EMBAIXADOR VENEZUELANO DEFENDE O FIM DO BLOQUEIO CONTRA CUBA DURANTE DISCURSO NA ONU.

#‎FIMDOBLOQUEIO‬

Brutal bloqueio contra Cuba deve cessar, afirma a Venezuela na ONU

O embaixador desse país irmão na ONU exigiu a eliminação desta política genocida
NAÇÕES UNIDAS.— “O bloqueio dos Estados Unidos contra Cuba é uma brutalidade que deve chegar a seu fim, causa que a comunidade internacional voltará sem dúvida a respaldar”, afirmou em 19 de outubro o embaixador venezuelano na ONU, Rafael Ramírez.

Em declarações à Prensa Latina, a propósito da nova votação sobre o cerco na Assembleia Geral da ONU, em 27 de outubro, o diplomata destacou o rechaço de seu país e no planeta às sanções econômicas, comerciais e financeiras vigentes por mais de meio século.

“Creio que como sempre, Cuba contará nas Nações Unidas com a máxima solidariedade de todo o mundo”, disse.

De acordo com Ramírez, a luta dos cubanos contra o bloqueio se tem convertido em uma causa universal frente à injustiça.

“A brutal medida apenas conta já com partidários nos setores mais atrasados, inclusive dentro dos próprios Estados Unidos”, sublinhou a oito dias da apresentação na Assembleia de um projeto de resolução o número 24º desde 1992, que faz um apelo a levantar o cerco.

No ano passado, essa iniciativa recebeu 188 votos a favor dos 193 possíveis — tal como nas duas votações prévias — com o voto isolado dos Estados Unidos e Israel.

Nesta ocasião, as expectativas parecem concentradas na postura que assumirá Washington, depois que o presidente norte-americano, Barack Obama, pedisse ao Congresso, várias vezes, pôr fim ao bloqueio, convertido em lei depois da aprovação da Lei Helms-Burton em 1996.

Por Prensa Latina 
Via: Responsive image ORGÃO OFICIAL DO COMITÊ CENTRAL DO PARTIDO COMUNISTA DE CUBA
                                              
                                               VENCEMOS !!! VENCEREMOS !!!

BLOQUEIO NÃO DIMINUIU A ESPIRITUALIDADE CUBANA.

#‎FIMDOBLOQUEIO‬


 

O bloqueio dos Estados Unidos contra Cuba, embora signifique dificuldades materiais, não diminuiu a espiritualidade do país, pelo contrário, é um fator de resistência, afirmou Frei Betto.

Em declarações à imprensa após sua participação no simpósio internacional “A Revolução Cubana: Origem e desenvolvimento histórico” que se encerra nesta capital, Frei Betto destacou que o Congresso dos Estados Unidos perdeu a oportunidade de oferecer o maior presente que poderia ter feito ao receber a visita do Papa Francisco pela primeira vez na história: a suspensão do bloqueio econômico, financeiro e comercial.

Betto recordou que o presidente Barack Obama declarou em 17 de dezembro de 2014 que esta política contra Cuba foi um fracasso.

Acrescentou que agora interessa à ilha caribenha que se criem vínculos com respeito à autodeterminação e que se eles (os estadunidenses) vierem com o objetivo de fazer com Cuba o que fizeram com Porto Rico - intervenção militar, colonização e transformar os cidadãos em meros consumidores de seus produtos - estão equivocados, não vai ser assim.

Tem que se respeitar a idiossincrasia dos cubanos, a história deste país e o sistema socialista, assegurou.

O que aqui se conquistou com muita luta dor e sofrimento, mas com muita esperança, tem a possibilidade de mostrar ao mundo o exemplo de que apesar das restrições, a Revolução conseguiu garantir a todos os cidadãos os três direitos fundamentais: alimentação, saúde e educação, os quais, infelizmente, não existem em nenhum outro país da América Latina, incluindo os Estados Unidos, analisou o frei dominicano.

                                               VENCEMOS !!! VENCEREMOS !!!

20 de out de 2015

FREI BETTO DESTACA OS VALORES DA REVOLUÇÃO CUBANA.


#FIMDOBLOQUEIO


Havana, 14 de outubro – Durante uma conferência no contexto do simpósio internacional “A Revolução Cubana: Origem e desenvolvimento histórico” que acontece em Havana, o intelectual brasileiro Frei Betto avaliou que um projeto como esse é o melhor que se pode oferecer nesta etapa da evolução do Homem pela sua capacidade de compartilhar o que se tem.

Ressaltou que “o desafio é organizar a esperança, insuflar a utopia libertadora nos jovens e que se sintam felizes por ter conferido um sentido altruísta, solidário, cooperativo e participativo às suas vidas".

O primeiro vice-presidente cubano Miguel Díaz-Canel assistiu à jornada inicial do segundo dia de sessões do encontro, assim como destacados intelectuais do país.

O teólogo brasileiro comentou: “ Assistimos à introdução de uma nova era que ainda não tem consolidado seu paradigma mas confluem vários, um que propõe a Revolução Cubana por seus avanços históricios e experiência que tem sabido desenvolver a globalização da solidariedade frente à ‘glocolonização’ de hoje”.

Recordou que a “Revolução Cubana vive um processo de normalização das relações com os Estados Unidos e precisa de muita consciência de seus valores que mais que políticos, são valores humanos”.

Disse que a Revolução segue porque em Cuba há uma forte espiritualidade que é José Martí, o Heroi Nacional, uma história de luta de independência. “Têm memória histórica que precisa ser cultivada”, acrescentou.

Declarou que não o preocupa a chegada ao arquipélago de muito turismo nem o encontro com os norte-americanos, uma vez que as novas gerações da Revolução vejam seus avanços e sua história como fatos do passado.

Do Simpósio Internacional A Revolução Cubana: Origem e Desenvolvimento histórico participam mais de 70 pesquisadores nacionais e estrangeiros. Se encerrará amanhã com uma análise das relações entre Havana e Washington; o papel da diplomacia no conflito e sua evolução após 17 de dezembro com o anúncio do início do processo de restabelecimento dos vínculos diplomáticos.

(Con información de PL)
 
                                               VENCEMOS !!! VENCEREMOS !!!

O GRANDE FLORESTAN FERNANDES


"Contra as ideias da força, a força das ideias!"

O grande dilema do cientista social: hoje você não tem como identificar uma classe que pareça vinculada à negação da ordem. Eu acredito que na periferia o problema é mais simples. São os trabalhadores e principalmente os excluídos, os que Frantz Fanon chamou de "condenados da terra". Eles contêm a radicalização maior, aquela que exige que a ordem existente seja virada de cabeça para baixo. Nos países centrais, ainda não surgiu uma classe que tenha a potencialidade de negação da ordem no plano histórico. Está no plano do vir-a-ser. O radicalismo da classe média é muito mais vinculado a frustrações, ao medo da proletarização, enquanto os trabalhadores e os excluídos acabam sendo trabalhados pelos meios de comunicação de massa e só percebem a realidade por meio de imagens que obscurecem o pensamento.

ENFF - Escola Nacional Florestan Fernandes

                                               VENCEMOS !!! VENCEREMOS !!!

CUBA - ESTADOS UNIDOS: O BLOQUEIO TEM HORAS CONTADAS




Os eventos quase se atropelam desde que começaram a andar em 17 de dezembro. Declarações surpreendentes, reuniões, diálogos risonhos, acordos, coletivas de imprensa, visitas de alto nível, embaixadas, gestos inesperadamente amistosos, denúncias contra o vento e a maré, promessas, ameaças veladas e não tão veladas, olhares enigmáticos, bênçãos papais, engodos, fatos, incógnitas.

Por Ariel Terrero* em Cubadebate

Apesar das advertências de que será um processo longo e complexo, as fendas do bloqueio econômico dos Estados Unidos a Cuba se aprofundam a olhos vistos. O desgaste se acelera. Com o risco de parecer excessivamente entusiasta, não é difícil antecipar um desenlace a curto prazo.

Tudo indica que a normalização de relações entre ambos os países levará tempo. As disputas históricas e políticos semeadas desde há mais de um século e meio não se resolvem com um aperto de mãos. Certamente. Mas o presidente Barack Obama pode recorrer a faculdades executivas para contornar obstáculos legais e reduzir substancialmente ao menos um dos conflitos em discussão: o bloqueio. E já está fazendo isso, embora com alcance limitado.

A secretária de Comércio dos Estados Unidos, Penny Pritzker, viajou a Cuba em 6 de outubro, apenas duas semanas depois que seu governo adotou disposições para afrouxar nós do bloqueio comercial e financeiro. Um primeiro pacote de medidas foi apresentado por Obama em janeiro, apenas um mês depois do anúncio simultâneo que durante um ano e meio cozinhou com o presidente cubano, Raúl Castro.

Pritzker chegou com o objetivo explícito de analisar com a contraparte cubana “o alcance e as limitações das medidas”. Seu governo eliminou em 18 de setembro os limites nos montantes de dinheiro para as remessas a Cuba, e flexibilizou restrições para o transporte, as telecomunicações e a banca. Embora mantivesse a proibição de que os norte-americanos façam turismo nessa praça do Caribe, entreabriu novas portas para as viagens.

A visita da secretária de Comércio evidencia cálculo e interesse real de mudar para uma política de aproximação. Oportunamente, o secretário de Estado John Kerry reiterou um dia antes de Pritzker chegar que “o embargo (bloqueio) deveria ser eliminado”.Os norte-americanos gostam de tatear, preparar o terreno, medir os riscos de cada passo. Pritzker disse que vinha estudar a economia cubana, para estender pontes entre as empresas de ambos os países. É a mesma escola da série de editoriais do New York Times contra a política anticubana: antecipou-se ao 17 de dezembro não por inspiração divina ou olfato jornalístico. 

O consenso contra o bloqueio cresceu em âmbitos políticos que tinham um discurso oposto ou não davam atenção ao assunto. Um novo grupo de lobby, Engage Cuba, apareceu no cenário em abril, com influentes consultores e ex-funcionários do governo. Nasceu com a missão de atuar no Congresso para “derrogar o prolongado embargo comercial e de viagens com Cuba”, disse The Wall Street Journal quando o anunciou. Missão estratégica.

O bloqueio se baseia em leis - Lei de Assistência Exterior de 1961, a de Administração das Exportações de 1979, a Torricelli de 1992 e a Helms-Burton de 1996. Portanto, “o Congresso é o único que pode dizer um dia: acabou o bloqueio a Cuba. O presidente não pode dizer isso”, reconheceu em uma entrevista a diretora geral de EUA no Ministério cubano das Relações Exteriores, Josefina Vidal. Mas advertiu que “o presidente dos EUA tem possibilidades, eu diria que ilimitadas, para esvaziar o bloqueio de seu conteúdo fundamental”.

 A tradição ortodoxa anticubana teme isso. Dois pré-candidatos presidenciais do Partido Republicano, Jeb Bush e Marcos Rubio, chegaram a ameaçar a obra de Obama se conseguirem chegar à Sala Oval. Poderão impedir o levantamento do bloqueio? Não creio.

Apesar do domínio republicano no Congresso, o piquete liderado por Ileana Ros-Lehtinen fracassou no intento de aprovar uma resolução para revogar a decisão presidencial de tirar Cuba da lista de Estados patrocinadores do terrorismo. Esse passo, que Obama deu em maio, retirou um fundamento essencial da política de bloqueio.

Dois meses depois, ambos os países restabeleceram relações diplomáticas e abriram suas respectivas embaixadas. O presidente da Câmara de Representantes (Câmara dos Deputados), o conservador John A. Boehner, chorou pelo “erro” de seu governo, e o Senado recorreu a manobras legislativas para impedir, ao menos, a nomeação formal de Jeffrey De Laurentis como embaixador em Cuba. Entretanto, um grupo de senadores republicanos se aliou nesse mesmo mês a democratas e aprovou uma emenda legislativa que daria liberdade aos estadunidenses para viajar à ilha proibida.

Análises cuidadosas, como a avaliação do pesquisador Elier Ramírez sobre as variáveis que influíram na mudança de política estadunidense, demonstram uma confluência de fatores favoráveis dentro desse país, em Cuba e no contexto internacional. Entre outros, Ramírez cita o isolamento dos EUA na América Latina por sua política anticubana. A perda de liderança no hemisfério, lamentada publicamente por Obama e Kerry, os obriga a implementar uma política construtiva em relação a Cuba, e a aceitar sua presença em todos os foros interamericanos.
 
Se a Casa Branca está apurada por recuperar o espaço perdido – o crescente investimento da China na região agrega pressão, como observa Ramírez-, terá que apressar-se para diluir um bloqueio econômico que emerge como principal eixo da solidariedade da América Latina e do Caribe com Cuba. E essa é outra razão que pode influir na celeridade de uma marcha já iniciada.


Parece difícil que a corrente mais reacionária do Congresso consiga frear Obama. Poderia retardar a hora final do bloqueio, se o tiro não lhe sair pela culatra. Outro editorial do New York Times voltou a oferecer – ou a semear? - uma pista em 3 de agosto passado, desta vez sobre um perigo que enfrentam os aspirantes presidenciais republicanos Rubio e Bush. Citou uma pesquisa em que 40 por cento dos votantes cubano-americanos declararam que apoiariam um candidato que dê continuidade à linha de Obama e favoreça a normalização de relações com Cuba, enquanto que só 26 por cento disseram que não fariam isso.

Os paladinos do bloqueio se debilitam cada vez mais. Seus oponentes têm nas mãos uma carta tão forte que até se atrevem a mostrá-la no reduto republicano de Miami. Obama e sua equipe, e outra exponente principal da exigência de mudança, Hillary Clinton, admitiram o descalabro do assédio frontal a Cuba, mas não dizem isso com ar contrito. Por trás pose diplomática, assoma o sorriso do espírito inovador. 
 
Tão fiéis ao norte-americano-centrismo como seus antecessores, concebem a normalização de relações com Cuba como um novo método para alcançar velhos objetivos. Condenam o bloquei à maior das Antilhas somente por sua ineficiência, porque “não pôde promover nossos interesses”, disse Obama em 17 de dezembro.
 
“Estes cinquenta anos demonstraram que o isolamento não funcionou. É hora de adotar um novo enfoque”, disse o presidente estadunidense naquele dia e assegurou que a política fracassada tinha estado “enraizada nas melhores intenções”.

Ainda me pergunto se o que Obama disse em uma coletiva de imprensa dois dias depois da alocução de 17 de dezembro foi um recurso diplomático para convencer e tranquilizar a oposição anticubana mais renitente e reacionária, uma gafe diplomática ou outra expressão da rotineira soberba ianque. A seu juízo, normalizar as relações com Cuba “nos brinda mais oportunidade de exercer influência sobre esse governo do que se não o fizéssemos. (…) vamos estar em melhores condições, creio, de realmente exercer alguma influência, e talvez então utilizar tanto cenouras como o porrete”.
 
Quando Hillary Clinton pediu em Miami o fim do bloqueio, argumentou que quando foi secretária de Estado compreendeu que a política de isolar Cuba estava fortalecendo o governo cubano em vez de debilita-lo e isso “prejudicava nossos esforços para restabelecer a liderança dos Estados Unidos em todo o hemisfério”. Recomendou então “a abertura positiva à influência externa, tal como fizemos de forma tão efetiva com antigo bloco soviético e em outros lugares”.
A aparente ousadia de Obama responde a um plano bem meditado. Estão dando os primeiros passos em áreas que permitiriam aos EUA exercer essa influência: telecomunicações, viagens e investimento no setor privado cubano.

E estão conseguindo algo. O novo discurso ganha créditos entre a audiência política estadunidense. Os mais astutos mudam rapidamente de lado. O ex-secretário de Comércio Carlos Gutiérrez, que copresidiu a Comissão de Assistência a uma Cuba Livre encarregada de instrumentalizar o Plano Bush do bloqueio, descobriu em julho deste ano que essa política entorpece o livre comércio e a reincorporação de Cuba em organismos creditícios internacionais. Gutiérrez renegou suas críticas iniciais a Obama e pediu a seus confrades republicanos para apoiarem o presidente.

Qual será a voz que inclinará definitivamente a balança nos Estados Unidos e até acelerará o colapso do bloqueio? Não creio que seja a de um político. Por mais que um presidente tenha tomado a iniciativa publicamente, as razões mais sólidas dentro desse país provêm do âmbito econômico. E as empresas começam a mostrar pressa. Quanto restará de vida ao bloqueio, então?

* Jornalista cubano, especializado em temas econômicos. Diretor do Instituto Internacional de Jornalismo José Mart”.

                                                   VENCEMOS!!! VENCEREMOS!!!

RUMORES NA ONU: PODE HAVER ABSTENÇÃO DOS EUA NA VOTAÇÃO SOBRE O BLOQUEIO CONTRA CUBA



Diplomatas credenciados nas Nações Unidas repercutiram os rumores sobre a possibilidade de abstenção de Washington na próxima votação sobre a necessidade de levantar o bloqueio econômico, comercial e financeiro imposto a Cuba.

No próximo dia 27 a Assembleia Geral da ONU submeterá a seus 193 membros um projeto que visa colocar fim a essa política hostil dos EUA contra Cuba por mais de cinquenta anos.

O novo cenário vigente - com a aproximação entre Cuba e Estados Unidos, que reataram relações diplomáticas e reabriram embaixadas em 20 de julho deste ano - desperta expectativas em torno da postura da Casa Branca, principalmente após as declarações do presidente Barack Obama ao Congresso para suspender uma política falida.

De sua parte, o embaixador da Venezuela, Rafael Ramírez declarou à Prensa Latina que há um forte rumor que os EUA se absterá nesta votação.
A representante permanente da Nicarágua, a vice-chanceler Maria Rubiales, confirmou os mesmos rumores.

Segundo a Prensa Latina, ambos os diplomatas recordaram as declarações de Obama, que em 28 de setembro reiterou na Assembleia Geral seu pedido ao Capitólio de "levantar um embargo que não funciona e não deveria continuar".

Com a entrada em vigor em 1996 da denominada Lei Helms-Burton, o bloqueio norte-americano se converteu em lei e somente o Congresso pode lhe pôr fim , embora o Presidente tenha amplas faculdades executivas para eliminar boa parte do emaranhado de sanções que o compõe.

O fato de de funcionários estadunidenses terem declarado recentemente a um meio de comunicação local que "ainda não se tomou a decisão", alimenta o rumor.

Sobre a possível postura de Washington, o chanceler cubano, Bruno Rodriguez, assinalou em setembro que esta decisão cabe ao Departamento de Estado, ao governo dos Estados Unidos e que se há de esperar o 27 de outubro para ver o que ocorre.

Que fará Israel, aliado tradicional de Washington? Segundo um repórter comentou à PL: "Israel fará o que os EUA façam".
 
                                               VENCEMOS !!! VENCEREMOS !!!

OBAMA: SÓ HÁ MUDANÇA SEM BLOQUEIO! PORQUE É NECESSÁRIO PARA TODOS!

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                                               VENCEMOS !!! VENCEREMOS !!!

Orquestra Buena Vista Socual Club toca durante evento na Casa Branca.


Apresentação histórica: A Lendária Orquestra Cubana Buena Vista Social Club tocou durante recepção na casa branca em evento do Mês da Herança Hispânica. É a primeira vez em meio século que uma orquestra de música tradicional cubana toca na mansão  presidencial.


                                               VENCEMOS !!! VENCEREMOS !!!

OS CINCO HERÓIS CUBANOS PRESTAM HOMENAGEM A CHE GUEVERA.


Os Cinco heróis cubanos em La Higuera, local onde o Che foi morto e seu corpo exposto. Santa Cruz de La Sierra, Bolívia.

Homenagem ao sempre vivo Ernesto Guevara. O mundo não seria o mesmo sem ele.

...." e ele sempre teima em renascer....."

Registro


                                               VENCEMOS !!! VENCEREMOS !!!

OLIVER STONE: "A REVOLUÇÃO CUBANA É UMA HISTÓRIA DE LIBERDADE QUE TEM DESAFIADO OS EUA POR 60 ANOS.



 Granma - WASHINGTON .- "Os Estados Unidos não estão interessados no progresso dos direitos humanos na América do Sul, eles têm interesse em manter as grandes corporações, o poder e o controle", disse o cineasta norte-americano Oliver Stone, para quem a América Latina é "um lugar interessante mundo ".

Stone (Nova York, 1946), vencedor de três Oscars e cinco Globos de Ouro, geralmente não fica indiferente às suas declarações e críticas, especialmente para a política de seu próprio país, os Estados Unidos, em respeito a outros países " que não concordam com a sua ideologia ", disse ele em entrevista à EFE.

Portanto, Stone queria contar a história de Cuba e Venezuela, com filmes como Comandante e o olhar de Fidel sobre o líder da Revolução Cubana, e Ao Sul da Fronteira e Meu Amigo Chávez, sobre o falecido presidente venezuelano Hugo Chávez.

A Revolução Cubana é, de acordo com Stone, "uma incrível história de independência" que tem desafiado os Estados Unidos por quase 60 anos, e argumenta que algo semelhante aconteceu na Venezuela com a chegada de Chávez, de quem destaca a popularidade. 

De acordo com Stone, Chávez fez "muito bem" a seu país e lutou contra anos "de opressão e de ignorância." No entanto, a mídia americana teria "destruído" sua imagem, segundo o diretor de Nixon.

O cineasta espera que a aproximação entre os EUA e Cuba se concretize em uma real melhoria no relacionamento entre os dois países.

O diretor de Wall Street e The Doors e fluentemente fala domínio e fluência sobre a história e a política contemporânea da América Latina, uma região que manifesta constante interesse.

"Porque nós somos vizinhos, porque eu gosto das pessoas e eu acho que é um lugar muito interessante do mundo", diz ele.

Política, história, cinema, tudo se mistura para Oliver Stone, que diz que "ama" seu país, mas não pode deixar de ser crítico com o que acontece lá e nem em sua política.

Foto: EFE

 Esta é a razão por que o mundo continua a promover o livro escrito pelo historiador Peter Kuznick, A história Não Contada dos Estados Unidos, baseado na série de documentários de nome semelhante produzida por Oliver Stone anos atrás e cuja versão em espanhol apareceu há alguns meses.

Contando a história com todas as vozes e como isso acontece é uma necessidade para o criador de Nascido em Quatro de Julho e Assassinos Natos, que considerou este livro seu projeto mais ambicioso, abrangendo desde a Segunda Guerra Mundial até o governo do presidente Barack Obama.

 Por cubainformación - una brecha en el bloqueo mediático

                                       VENCEMOS !!!  VENCEREMOS !!!

Gregório Duvivier: “Muita gente morre por causa do conservadorismo”.


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Por Fania Rodrigues
Do Brasil de Fato

Conhecido pelos vídeos de um canal de humor da internet e por declarações sobre a política nacional, o ator, humorista e escritor Gregório Duvivier, em entrevista exclusiva ao Brasil de Fato, fala sobre mídia, conservadorismo e o cenário político atual.

“As pessoas acham que é mais seguro ser conservador. Mas, muita gente morre por causa do conservadorismo. Ele incentiva a homofobia, o machismo e uma série de coisas que são letais.

Duvivier afirmou acreditar na arte como um instrumento de transformação. “Um dos papéis mais importante do humor é puxar o tapete das certezas”. Nesse sentido, deixou clara sua posição em relação ao governo: “ódio ao PT é um ódio de classe. O que me incomoda não são essas pessoas estarem criticando o PT, mas sim o fato de estarem criticando pelas razões erradas”.

Confira a íntegra da entrevista.

Qual é o papel do humor e da arte no debate político da sociedade?
 O artista é parte da sociedade, mas também é um agente transformador. Um dos deveres do artista é contribuir para uma sociedade melhor. A arte é muito poderosa. Quando alguém escreve um livro está criando um mundo. Isso pode ser transformador. E um dos papéis mais importante do humor é puxar o tapete das certezas.

Você tem uma coluna na Folha de S. Paulo e faz trabalhos na Globo. Acha que é possível romper o discurso conservador da grande mídia?

É muito difícil. Em alguns meios mais que em outros. Na Globo é mais difícil que na Folha. Um programa na Globo passa por 12 pessoas [antes de ser aprovado], em geral todas de interesses conservadores. Todas as etapas são conservadoras dentro da Globo. A Folha, ainda que seja uma empresa conservadora, também abriga várias pessoas de esquerda lá dentro. Na Folha nunca fui censurado.

Em sua opinião, o conservadorismo está melhorando ou piorando?

Está piorando. No Congresso os conservadores têm uma bancada muito organizada. A sociedade sempre foi conservadora, mas antigamente não estava tão bem aparelhada. Hoje a gente tem a bancada dos BBBs: do boi, da bala e da Bíblia, que são os ruralistas, militaristas e evangélicos. Essas três bancadas estão unidas. Existe uma escalada do pensamento conservador e isso é muito perigoso.

Perigoso em que sentido?

As pessoas acham que é mais seguro ser conservador. Mas, muita gente morre por causa do conservadorismo. Ele incentiva a homofobia, o machismo e uma série de coisas que são letais. O Brasil é o país com o maior número de assassinatos do mundo. Uma das críticas que tenho ao PT é o incentivo à indústria bélica. Somos um dos maiores produtores de armas leves, como o revólver. A Primavera Árabe foi sufocada com armas brasileiras.

Você acha que a sociedade pode regredir ainda mais?

Esse perigo existe. O Brasil está virando um país mais careta. Estamos indo na contramão do mundo. Os Estados Unidos, um país que sempre foi moralmente conservador, aprovou o casamento gay e liberou o uso da maconha em alguns estados. E não tem mais gays ou maconheiros por causa disso. As coisas não deixam de existir porque são proibidas, como o aborto, que expõe a mulher ao risco de morte. Nesse caso, a mulher pobre.

Tem uma parte da classe média que odeia o PT. Qual é a razão desse ódio?

Acho que as críticas ao PT são fundadas, na maioria das vezes, na ignorância. O que me incomoda não são essas pessoas estarem criticando o PT, mas sim o fato de estarem criticando pelas razões erradas. Não estão batendo no PT por ele ser militarista, anti-ambientalista, anti-indígena. Isso a direita não diz. Vejo a direita dizendo que o Brasil vai virar Cuba. Definitivamente, se tem uma coisa que o governo Dilma não está fazendo é transformar o Brasil em Cuba. Qual é a principal crítica ao PT, é a corrupção? Até agora os maiores escândalos de corrupção não são do PT, são do Eduardo Cunha e do Renan Calheiros, os dois do PMDB, que também compôs o governo Fernando Henrique Cardoso.

E também tem a questão do ódio de classe.

O ódio ao PT é um ódio de classe. O pobre tem mais acesso a bens de consumo e a lugares que antes não tinha. Os pobres começaram a ocupar os lugares. Isso aí os ricos nunca vão tolerar, ter que conviver com pessoas pobres. Além disso, a Veja e a Globo não elegem mais o presidente da República. Olha o ódio que isso deve causar. A mídia estava acostumada a colocar e a tirar do poder quem ela quisesse. Hoje não é mais assim não.

Por que a sociedade tolera políticos como Eduardo Cunha?

As pessoas toleram aquilo que a mídia diz que é aceitável. Acabaram de descobrir uma conta do Eduardo Cunha de 5 milhões de dólares, na Suíça, e não foi capa de nenhuma revista ou jornal. Não foi capa da Veja, que está super indignada com a corrupção. Essa revelação é muito mais grave que qualquer outra coisa que já acusaram a Dilma. A indignação do povo é muito pautada. 

Por Brasil de Fato
Via MST

                                                            VENCEMOS !!! VENCEREMOS !!!

PARA ENTENDER CUBA, SÓ CONHECENDO!! AFIRMOU O JORNALISTA CUBANO ALCIDES CARRAZZANA.

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Por Pedro Neves da Agência Jovem de Notícias
Alcides Carrazana, um cubano que está no Brasil junto à (ALBA) Aliança Bolivariana para os Povos da Nossa América, veio na Viração bater um papo sobre Cuba e Educomunicação. Alcides é jornalista e professor de Teorias da Comunicação em seu país. Conversamos sobre estigmas da comunicação, tecnologia em Cuba, as reaberturas do país com os Estados Unidos, sobre o governo cubano e liberdade de imprensa.
Ele está no Brasil há três meses e pretende ficar até novembro do ano que vem. Alcides faz parte da comunicação da ALBA, uma plataforma de cooperação internacional baseada na ideia da integração social, política e econômica entre os países da América Latina e do Caribe.
Confira nossa conversa:

AJN: Como professor de Teorias da Comunicação, como definir essa palavra?

Alcides, por Joka Madruga/Terra Sem Malas
Alcides: A comunicação é um conceito que se define pela prática, não pela teoria. As teorias são muito baseadas na Europa e Estados Unidos, levamos esses conceitos como os certos e aí surgem variáveis, como a Educomunicação, comunicação popular, comunicação educativa. Tais conceitos se diferem nas teorias, porém, na prática, a essência é a mesma. Uma comunicação contra os princípios mais hegemônicos, conservadores e tradicionais. São essas novas vertentes que vem para mostrar que as teorias tão consagradas são, na verdade, fruto de uma comunicação popular.

AJN: E o acesso a novas tecnologias em Cuba, como funciona?

Alcides: Tudo isso que você tem aqui, nós não temos por lá. Por exemplo, internet a cabo é uma raridade. Não sabemos direito o que é Wi-fi. Lá em Cuba existem diversas limitações quando o assunto é tecnologia, principalmente na comunicação. Porém, não podemos achar que isso seja um absurdo. Vemos mundo a fora como pessoas se tornam dependentes da internet e da conectividade, tal exagero não é nem um pouco benéfico. Acho que Cuba tem muito a avançar no acesso e distribuição de tecnologia, mas o mundo precisa fazer o caminho inverso e não depender tanto dela.
AJN: O que falar da retomada das conversas com os EUA?

Alcides: Não podemos achar que essa é a solução de todos os problemas, que agora somos amigos e que o dinheiro norte americano é super bem vindo. Não podemos esquecer que foram mais de 50 anos de luta, somos um exemplo para o mundo, os EUA não penetraram em Cuba. Acontece que eles finalmente entenderam isso, sua política com nós falhou. Precisamos ficar muito espertos, pois o mínimo erro pode ser muito prejudicial a Cuba, precisa ficar bem claro que eles não querem ser nossos amigos. O modelo de democracia norte americana não é o que Cuba quer.
AJN: Cuba vive em uma ditadura? Como funciona a liberdade de imprensa e expressão por lá?

Alcides: A questão é que muitos jovens em Cuba não viram o capitalismo, não sabem o que foram todas as revoluções que passamos. Depois dos anos 90 o país foi isolado e tivemos que aprender a sobreviver com 20% da nossa capacidade. O termo ditadura é muito forte, ninguém é sequestrado, reprimido e torturado em Cuba. Para entender o país só conhecendo. A liberdade de expressão ainda é muito limitada e precisa mudar. Mas nos últimos anos, desde que Raul Castro assumiu o poder, o país anda avançando muito na questão da democracia. A liberdade de imprensa é um eufemismo, não existe em nenhum lugar do mundo, existe a liberdade da empresa.





                                                                        VENCEMOS !!! VENCEREMOS !!!