28 de out de 2014

ESSES CUBANOS.........


Um grupo de 94 profissionais da saúde cubanos foi para a África Ocidental nesta quarta-feira (22/10), para combater a epidemia do ebola. Eles se juntam aos 165 que já estão em Serra Leoa prontos para começar a atuar. Os médicos e enfermeiros cumprem um acordo assinado entre Havana e a Organização Mundial da Saúde (OMS) válido para os próximos seis meses.
Para José Luis Di Fábio, chefe do escritório da OMS na ilha há três anos, é importante que o mundo reconheça a “incrível capacidade de resposta de Cuba” diante de situações de crise.
Di Fábio ajudou a intermediar as negociações depois da solicitação feita pelo secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, e pela diretora da OMS, Margaret Chan.
Atualmente, mais de 4 mil médicos cubanos atuam na África – dois mil só em Angola. “Os países africanos carecem de recursos humanos, muitos presidentes já solicitaram ajuda ao país. Na Guiné, antes da epidemia do ebola, já havia uma brigada cubana e sem Serra Leoa também”, afirma Di Fábi, em entrevista à DW.
DW: Na opinião do senhor, por que esse chamado das Nações Unidas foi feito para Cuba?
José Luis Di Fábio: Em fins de julho, a diretora da OMS, Margaret Chan, esteve em Cuba para acompanhar a inauguração do Centro Estatal Médico para Controle de Medicamentos. Durante a visita, ela se emocionou, digamos assim, ao entender mais sobre a cooperação médica cubana, incluindo a educação médica do país para o exterior.
Ela esteve na Unidade de Cooperação Médica, onde há o registro histórico das cooperações em saúde, viu a preparação de médicos que já foram para o Haiti e participaram de outras missões e, realmente, entendeu e reconheceu a capacidade que Cuba tem de apoiar os países numa cooperação Sul-Sul.
Durante uma conversa sobre continuidade de cooperações, surgiu a ideia de que Cuba pudesse trabalhar formando equipes de resposta rápida em caso de desastres e outros tipos de emergências. E, há duas semanas, ela pediu então apoio a Cuba para combater o ebola.
Quantos profissionais estão a caminho da África e para onde seguem?
Segundo o acordo, serão 300 profissionais. Primeiramente, foram 165 a Serra Leoa, dos quais 62 são médicos. Depois, a pedido dos governos locais, foi decidido enviar mais 53 para a Libéria e 38 para a Guiné.
Eles já estão prontos para trabalhar?
Eles fizeram a primeira parte da capacitação em Cuba. Recebemos profissionais de Washington e especialistas que já haviam trabalhado em Serra Leoa, diretamente com pacientes. Eles explicaram sobre a doença, as condições de vida no local, como vestir-se adequadamente, os tipos de proteção pessoal. Foi muito importante poder ouvir desses profissionais quais são as rotinas diárias, os problemas que enfrentam no terreno.
Quando a equipe cubana chega à África, faz outras capacitações até chegar ao centro de tratamento. Ela já chegou, mas ainda não está trabalhando. Ainda estão sendo preparadas as condições para que possam atuar. Primeiro: precisavam do processo de capacitação e, enquanto isso, as instalações, os centros de tratamento de ebola, estão sendo montados.
A ideia é trabalhar em forma conjunta, não dispersar a equipe. Caso contrário, a capacidade de organização se perde. É preciso identificar onde é mais apropriado trabalhar. No caso de Serra Leoa, deve ser em Freetown, a capital, e talvez em Port Loko.
Outros países da América Latina ofereceram ajuda? Cuba é um caso especial?
Cuba é um caso especial, digamos, pela capacidade rápida de resposta que teve, pela vontade política e pela própria experiência dos médicos. Trata-se de profissionais de saúde que já estão acostumados a trabalhar em missões, muitos deles já estiveram inclusive na África. Não conhecem o ebola, mas conhecem o território.
A Venezuela já havia doado 5 milhões de dólares para apoiar a luta contra o ebola. E a ministra da Saúde no Equador acenou que iria apoiar com recursos financeiros a campanha contra a epidemia.
O Brasil apoiou com alimentos. Existe a parte médica, mas é preciso pensar que é preciso todo um processo de assistência. O Brasil mandou medicamentos, ajuda humanitária em alimentos de cerca de 5 milhões de dólares, segundo entendi. Mas isso não foi via Organização Mundial da Saúde, mas via Programa Mundial de Alimentos das Nações Unidas.
Com tantos médicos cubanos agora em ação na África, não há problema com falta de médicos em Cuba?
Não, não afeta os serviços e a população cubana. A população médica em Cuba é de mais de 80 mil.
Como funciona exatamente a parceria? Os médicos que seguem para a África recebem salário?
Eles estão contratados seguindo a forma de contrato comum da OMS, ou seja, como qualquer assessor que presta serviço. Normalmente, paga-se a passagem e uma diária. O valor depende do lugar onde o profissional vai atuar. A diária tem um componente de alojamento, alimentação e gastos pessoais.
De quanto é a diária?
Depende do local. É um valor estabelecido pelas Nações Unidas, que varia também em alguns meses, dependendo do câmbio da moeda. Por exemplo, em Havana, a diária é de 170 dólares. Em outros países, pode ser de 120. Creio que são 230 dólares por dia na África, mas 60% do valor é para cobrir estadia.
Qual é a importância da ajuda de Cuba?
É uma ajuda importante não só para a OMS, mas para todo o mundo. A ideia é apoiar os países da África Ocidental a conter a doença e exterminá-la na África. Mas, ao mesmo tempo, é uma barreira de defesa para o resto do mundo. Se não se controla o vírus na África, ele pode chegar a Estados Unidos, Alemanha, Brasil, Japão, etc.
Então, realmente, os cubanos estão protegendo as fronteiras. E são não houver mais países que ofereçam recursos humanos, seguirão sendo os únicos.
Mais países mostram interesse em apoiar a iniciativa da OMS na África Ocidental?
Eu represento a OMS em Cuba. Imagino que a solicitação tenha sido feita a todos os países. Na última segunda-feira (20/10), o médico David Nabarro, enviado especial do secretário-geral da ONU, disse que foi muito importante a ajuda de Havana. Ele disse que o total de 265 trabalhadores cubanos é maior que a soma de todos os outros países juntos. E que a partir dessa quarta-feira, dia em que chega o restante da equipe, o número passará a ser maior que o do Médicos Sem Fronteira ou da Cruz Vermelha, maior que o número de profissionais enviados por Estados Unidos, Reino Unido e China.
Como o mundo olha para Cuba depois dessa parceria com a OMS?
Acredito que poderia haver mais reconhecimento. É incrível o que Cuba pode fazer. A vontade política e a vontade humana da população. Quando houve um terremoto no Paquistão, em 2005, foram enviados 2 mil médicos em 48 horas. Foram os primeiros que chegaram ao Paquistão e os últimos a sair, estiveram lá quase seis meses. No Haiti também. Depois de 24 horas, profissionais cubanos já chegaram para ajudar, e continuam lá.

Mais: http://www.diariodocentrodomundo.com.br/entrevista-e-incrivel-o-que-cuba-pode-fazer-diz-oms-sobre-ajuda-contra-ebola/

23 de out de 2014

"HOJE É MAIS FAVORÁVEL À LIBERDADE DOS CINCO HERÓIS"


RADIO REBELDE

  O herói da República de Cuba, Fernando González Llort afirmou à Radio Rebelde que a conjuntura internacional para a causa dos Cinco o "leva a pensar que existem grupos de poder dentro dos Estados Unidos que se movem na direção de que é necessário realmente mudanças na política" 

VOLVERÁN !!!  TODOS !!!

IRMÃ DE TONY GUERRERO PEDE QUE SE REDOBRE O APOIO A ANTITERRORISTAS CUBANOS



        A irmã do herói cubano Antonio Guerrero, María Eugenia Guerrero  fez uma convocação para redobrar os esforços na batalha pela libertação incondicional e imediata dos lutadores antiterroristas.
      Em um encontro na embaixada de Cuba no Panamá, María Eugenia relatou os castigos e maus-tratos vividos pelos Cinco em cárceres dos EUA e as violações cometidas em seus processos judiciais.
     Da mesma forma, denunciou vários fatos concretos praticados pelas autoridades penitenciárias estadunidenses para dificultar o contato familiar com Tony, embora o caso de Gerardo seja pior, pois o mantém isolado de sua esposa.
          María Eugenia Guerrero também enfatizou o aspecto humanitário, moral e ético de um processo que o próprio governo norte-americano politizou. 



Texto original: http://www.radiorebelde.cu/cinco-heroes/pide-hermana-tony-guerrero-redoblar-apoyo-antiterroristas-cubanos-20141023/#.VEk9GSDghlM.facebook

21 de out de 2014

AMOR IMENSO

  Iraida María Hernández Prado


      Esta segunda-feira 20 de outubro marcou 28 anos que um jovem conheceu uma moça que imediatamente roubou seu coração. O encontro teve como cenário uma parada de ônibus na Rampa, em Havana.
           O apaixonado insistiu, com versos e gestos amorosos, até conseguir conquistar o amor de sua vida. Ela é Adriana Pérez O'Connor e ele Gerardo Hernández Nordelo, um dos Cinco Heróis prisioneiros do império. 

          Gerardo está há mais de 16 anos preso em território estadunidense pelo único fato de defender sua Pátria do terrorismo que se organiza daquele país contra Cuba.
         Durante todo esse tempo os apaixonados não puderam se ver, pois Adriana não recebe permissão do governo norte-americana para visitar seu esposo, injustamente condenado a duas prisões perpétuas + 15 anos, em um julgamento manipulado realizado em Miami.


       Em 23 de setembro de 2012 foi publicada uma entrevista de Adriana no jornal Juventud Rebelde onde ela abre seu coração ao falar do amor de sua vida :
   ..." O que mais gosto nele são suas mãos e seu sorriso. Além disso, a voz de Gerardo transmite tudo o que se precisa. Hoje eu me conformo com a voz, mas sinto falta de Gerardo todo. Todo ".


Gerardo também reflete sua paixão nas cartas à amada:
         " Nós temos o mais importante, minha menina, temos um ao outro, temos este amor imenso que tem superado todas as provas..."



Texto original: http://www.invasor.cu/contra-el-terrorismo/1880-amor-inmenso


                        


NEW YORK TIMES: A IMPRESSIONANTE ATUAÇÃO DE CUBA CONTRA O EBOLA

Do Blog Solidários :    http://convencao2009.blogspot.com.br/
Montagem: blog Solidários
Por Vinicius Gomes na Fórum

Editorial do New York Times desse domingo (19) destaca que o envio de profissionais médicos faz com que Cuba “tenha o papel mais robusto entre os países procurando conter o vírus ebola”. Segundo o jornal, Cuba possui “uma longa tradição” de enviar médicos, médicas, enfermeiros e enfermeiras para áreas de desastre em diversos lugares do mundo, como nos terremotos do Paquistão e do Haiti.  Ao citar esse outro país caribenho, o New York Times reconhece a coragem dos cubanos, relembrando que o estafe médico da ilha foi quem tomou a dianteira no tratamento de pacientes haitianos com cólera, com alguns deles retornando doentes ao país – no que resultou no primeiro surto de cólera em Cuba em mais de 100 anos.

Enquanto os EUA e outros países ricos se contentam em enviar fundos – com esse primeiro preferindo inclusive enviar militares –, “apenas Cuba e algumas organizações não governamentais estão oferecendo aquilo que de fato é mais necessário: profissionais médicos no campo”.

Quando duas enfermeiras norte-americanas foram contaminadas com o vírus ebola em um hospital de Dallas, no Texas, ao tratarem de um paciente que contraiu a doença na Libéria – sendo esses os dois primeiros casos de ebola em solo estadunidense –, Fidel Castro ofereceu ajuda ao país vizinho que há 50 anos impõe um bloqueio comercial à pequena ilha ao sul da Flórida.

Leia também:
Contra ebola, Cuba aumenta ajuda: mais 296 profissionais de saúde à África; total chega a 461
Organização Mundial da Saúde: Cuba dá o exemplo na luta contra o vírus ebola na África
Saúde e esperança, o presente de Cuba para a África

Tal situação já havia acontecido nove anos atrás, após o furacão Katrina ter destruído a cidade de New Orleans: o governo cubano criou uma unidade médica de resposta rápida à crise e se ofereceu para enviar seus profissionais à cidade. “Os EUA, sem surpresa, não aceitaram a oferta de Havana”, lembrou o periódico.

O editorial afirma ainda que tal situação deveria servir com um “lembrete urgente” à administração Obama que os “benefícios de restaurar as relações diplomáticas com Cuba são de longe muito maiores que seus revezes”. Em artigo publicado no jornal estatal cubano, o Granma, intitulado “A hora do dever”, Fidel Castro escreveu que ambos os países deveriam colocar de lado suas diferenças, “ainda que apenas temporariamente, para combater um flagelo mortal” como o ebola.

Leia também o artigo de Fidel Castro sobre o assunto:

http://convencao2009.blogspot.com.br/2014/10/fidel-castro-hora-do-dever.html

16 de out de 2014

ANIVERSÁRIO DE ANTONIO GUERRERO

ANTONIO GUERRERO : OBRIGADO PELO INFINITO CARINHO DE VOCÊS.

" Queridos amigos,

Acabam de abrir as portas das celas. Venho conferir as mensagens e vejo que são muitas, mas muitas as mensagens de felicitações que tenho, enviadas da pátria e dos mais diferentes lugares do mundo.
Chegaram também muitas cartas e postais esta semana. 
Meu filho Gabriel faz 22 anos hoje.
Foram 17 os 16 de outubro na prisão, mas reitero a todos que sou um homem cheio de otimismo, de felicidade e de liberdade graças ao infinito carinho de vocês.
Seguimos em combate e VENCEREMOS.
Eternamente agradecidos os Cinco por seu apoio, lhes envio cinco abraços fortes
Antonio Guerrero Rodriguez
Prisão Federal de Marianna
16 de outubro de 2014 "



Matéria original: 
http://www.cubadebate.cu/noticias/2014/10/16/antonio-guerrero-gracias-al-infinito-carino-de-ustedes/#.VEBW3bDF84I

15 de out de 2014

JESSE JACKSON REIVINDICA O FIM DO BLOQUEIO

O REVERENDO E ATIVISTA PELOS DIREITOS CIVIS CONVOCA BARACK OBAMA A DAR UM PASSO CONSTRUTIVO E PÔR FIM A UMA "VERGONHA HISTÓRICA".




Matéria completa :
 http://www.juventudrebelde.cu/internacionales/2014-10-14/reverendo-jesse-jackson-pide-fin-del-bloqueo-de-eeuu-contra-cuba/

VOLVERÁN !!  TODOS !!!

13 de out de 2014

ESPOSA DE ANTITERRORISTA CUBANO RESSALTA O VALOR DA SOLIDARIEDADE

ELIZABETH PALMEIRO TAMBÉM AGRADECE  APOIO AOS CINCO



     A esposa do herói cubano Ramón Labañino afirmou nesta segunda-feira em Viena que a solidariedade é vital para se conseguir a libertação dos patriotas antiterroristas que ainda cumprem injustas prisões nos EUA.
       Elizabeth visita a Áustria - sendo uma das oradoras do IX Encontro de cubanos residentes na Europa - e a partir desta segunda-feira cumprirá um intenso programa de encontros com parlamentares, sindicalistas e associações de amizade.
      Ela acrescentou que o caso dos 5 é político e que a história tem demonstrado que com a pressão da opinião pública se pode conseguir mudanças em processos injustos.
       Em entrevista à Prensa Latina Palmeiro afirmou que " o otimismo e a força para seguir lutando temos recebido do júri de milhões de pessoas no mundo que nos tem apoiado e que vão continuar nos apoiando"
      Elizabeth também se referiu à dor que tem sido para ela e para os familiares dos patriotas estarem  tanto tempo separados, as dificuldades para visitá-los nas prisões e a não concessão de visto a algumas esposas em todos estes dezesseis anos.



IX ENCONTRO DE CUBANOS RESIDENTES NA EUROPA

                         VOLVERÁN !!   TODOS !!!



mais informações:

http://siempreconcuba.wordpress.com/2014/10/13/elizabeth-palmeiro-agradece-en-viena-apoyo-a-los-cinco/

http://www.radiorebelde.cu/cinco-heroes/destaca-esposa-antiterrorista-cubano-valor-solidaridad-20141013/#.VDw1ne63uX8.facebook

12 de out de 2014

SERÁ ÚTIL PARA A CAUSA DOS CINCO APELAR A PARLAMENTOS

Uma das resoluções finais do X Colóquio pela Liberdade dos Cinco realizado em Havana em 11 - 12 e 13 de setembro deste ano foi esta que a associação italiana volta a destacar : a importância de se formar "frentes parlamentares" nos diferentes países para contribuírem na luta pela libertação dos Cinco.  



"Segundo a Associação de Amizade Itália - Cuba será decisivo trazer para a luta pela liberdade dos Cinco, parlamentares de mais países.
De acordo com o Comitê pela liberdade dos Cinco na Itália, o mais importante neste momento é criar grupos interparlamentares que escrevam e influam sobre seus homólogos dos EUA.
Informaram, ainda, que o trabalho no parlamento italiano está em marcha e que já estão incorporados à causa 37 deputados de diferentes tendências políticas, inclusive o Chefe da Comissão de Direitos Humanos do Senado. Este inclusive já escreveu uma primeira carta a Barack Obama que foi entregue aos congressistas norte-americanos na recente Jornada em Washington.
Uma coisa que certamente fazem os congressistas estadunidenses é escutar seus homólogos e é por isso que precisamos que cada país consiga trazer o maior número de parlamentares para esta causa e que estes se dirijam a seus pares estadunidenses."


Leia  a matéria completa no link abaixo.
Caricatura titulada Mensaje de Libertad. AIN CARICATURA/Osvaldo GUTIÉRREZ GÓMEZ


                                           VOLVERÁN !! TODOS !!


8 de out de 2014

VAMOS FAZER PARTE DE UM PROJETO SOLIDÁRIO ?

YO TAMBIÉN SOY UN@ DE LOS 5 


 O Comitê Peruano de Solidariedade aos 5 lançou um projeto para que mais e mais pessoas se associem em torno da causa dos 5 : yo también soy un@ de los 5 (Eu também sou um dos 5).





             Para fazer parte deste projeto de sensibilização que pretende divulgar o injusto caso dos 5 antiterroristas que foram encarcerados nos EUA é só publicar sua foto fazendo se sentir como Ramón, Antonio e Gerardo que ainda permanecem presos há 16 anos;

             Portanto, é simples : publique sua foto (ou mande inbox por facebook) e se disponha a explicar a história de nossos irmãos cubanos. 
            Que as redes sociais nos ajudem a informar e divulgar esta injustiça e contribuir com um grão de areia com esta causa libertária.

    O Comitê Carioca pela Liberdade dos Cinco Cubanos vem se somar ao projeto, seguindo uma das resoluções do X Colóquio onde ficou determinado que cada vez mais nós, latino-americanos, vamos atuar juntos, nos somando à causa dos Cinco. Assim seremos mais fortes no combate à injustiça!

Endereço para enviar sua foto :    https://vernicasu.lamula.pe/2014/09/27/quieres-ser-parte-del-proyecto-yo-tambien-soy-un-de-los-5/vernicasu/

ou este vídeo para saber como fazer a própria foto: https://www.facebook.com/video.php?v=365294756966996&fref=nf

Ou enviar a foto para eles que fazem a arte lá.  Simples. Fácil.


VOLVERÁN !!  TODOS !!! 




7 de out de 2014

ENCERRAMENTO DA JORNADA PELOS CINCO

......E SEGUIMOS ADIANTE ! 

O dia 6 de outubro foi o dia marcado para o encerramento da Jornada pelos Cinco :

Dezesseis anos é muito tempo !! Nem um minuto mais !!


 O marco final se deu em 6 de outubro por se completar, nesta data, 38 anos do atentado terrorista que tanto sofrimento causou a tantas famílias. Esta data foi nomeada como o Dia das vítimas do Terrorismo de Estado. 


A data inicial da Jornada, 4 de setembro, também marca o dia em que Fabio Di Celmo, um jovem italiano,   foi assassinado por uma bomba colocada no Hotel Copacabana em Havana em outro ato terrorista.  Sempre praticados pela máfia cubano-norte americana de Miami, aí incluídos os assassinos confessos Posada Carriles e Orlando Bosch.

                                                                         


"Barbados 38, nem esquecimento nem perdão!
Cuba e o mundo exigem justiça !" 




Além se serem réus confessos, esses assassinos, Bosch e Posada ainda tripudiavam dos danos causados e das mortes, declarando não considerar as vítimas como seres humanos. A indignação, especialmente de quem conhecia aquelas pessoas, cunhou uma frase simbólica:

" Aqueles 'negrinhos', sr. Bosch, eram meus companheiros de curso."




A Jornada pelos Cinco, que se encerrou neste 6 de outubro marca estas tristes datas que não são esquecidas até mesmo porque foram estes crimes que levaram os Cinco Heróis aos Estados Unidos para desbaratar aquela organização criminosa e dessa forma, evitar novos atentados e mortes em Cuba.
Por isso três deles permanecem injustamente encarcerados em prisões estadunidenses há longos e cruéis DEZESSEIS ANOS ! Sacrificaram sua juventude, suas vidas, suas casas, suas famílias e aguentaram (aguentam!) até hoje todo tipo de humilhações e maldades contra si. Pelo fato de impedirem mais mortes!
Esses são os fatos:  não se pode esmorecer. A Jornada segue, a luta realmente continua e não temos sequer o direito de diminuir nosso ritmo na Campanha - que vai durar enquanto restar qualquer um dos Cinco presos. A Campanha não para! Não descansaremos ! Nem um passo atrás !!


Na foto abaixo, René, Fernando e familiares dos Cinco na marcha do dia 6 de outubro em memória das vítimas do terrorismo de Estado.


VOLVERÁN !!   TODOS !!! 



6 DE OUTUBRO DE 1976 - TERRORISMO CONTRA CUBA

Barbados, memória de um crime horrendo 




A história do terrorismo dos Estados Unidos contra Cuba atingiu seu ponto mais horrendo com o crime de Barbados.
Dia 6 de outubro se lembra em Cuba um dos atentados mais cruéis contra civis inocentes. Há 38 anos, nesta data, 73 pessoas foram assassinadas por terroristas da pior espécie, respaldados pelo governo estadunidense que fizeram explodir em pleno voo o avião CUT 1201 da Cubana de Aviación que caiu no mar na costa de Barbados.
Na aeronave viajavam 11 jovens guianenses que estavam inda a Cuba estudar medicina, 5 funcionários da República Democrática da Coreia e 57 cubanos, entre eles 16 esgrimistas alguns em idade jovem, junto a seus treinadores, técnicos e responsáveis. 21 anos era a média de idade dos 16 atletas que pereceram nesse ato de imunda barbárie.
Os principais responsáveis saíram impunes. Posada Carriles "fugiu" da prisão e Bosch foi absolvido não por ter provado sua inocência mas sim pelo fato do tribunal "aceitou detalhes administrativos"a respeito da tradução do inglês para o espanhol para desconsiderar sua culpa.
Bosch faleceu em Miami sem se arrepender dos seus atos e Posada Carriles caminha livremente pelas ruas daquela cidade impune e amparado pelo governo estadunidense e pela máfia cubano-norte-americana, entidades que negam o pedido venezuelano para fazer justiça.


   Este foi um dos motivos que levou Cinco jovens cubanos a Miami para monitorar e evitar mais e mais crimes em seu país.

5 de out de 2014

HOJE É DIA 5 :CORONEL DO EXÉRCITO DOS EUA ENVIA CARTA A OBAMA EM APOIO AOS CINCO CUBANOS

Ann Wright, Coronel da reserva do Exército dos EUA e ex-diplomata, envia carta a Obama pelos Cinco.


  A ex coronel Ann Wright serviu 29 anos no Exército dos Estados Unidos. Foi diplomata do Departamento de Estado por 16 anos servindo em embaixadas estadunidenses no Afeganistão, Serra Leoa, Micronésia, Mongólia, Kirguistão, Granada e Nicarágua. 
      Renunciou em 2003 em protesto contra a invasão dos EUA ao Iraque. É co-autora do livro publicado em 2009 :  Dissidente: vozes da Consciência.

A CARTA :

5 de outubro de 2014
Presidente Barack Obama 
Casa Branca
Washington, DC


" Estimado Presidente Obama,

    Sou uma veterana que servi ao Exército dos Estados Unidos por 29 anos e me reformei quando era coronel. Além disso, fui diplomata deste país por 16 anos e renunciei em março de 2003 por me opor à decisão da administração Bush de invadir e ocupar o Iraque. Desde a minha renúncia, há 11 anos, tenho falado e escrito com frequência acerca da minha profunda preocupação sobre as  políticas e decisões tomadas pelo governo dos Estados Unidos.
    Lhe escrevo com preocupação sobre o caso dos Cinco Cubanos. Suponho que o sr. tenha sido informado sobre a história da decisão da administração Clinton de processar os Cinco cidadãos cubanos que residiam nos EUA para monitorar sem armas e de forma não violenta as organizações terroristas com sede em Miami para evitar mais ataques contra o povo de Cuba que sofreu mais de 3478 mortos e 2099 feridos por atos terroristas de criminosos que vivem nos EUA.
      Gostaria de ressaltar que em 2005, o Grupo de Trabalho das Nações Unidas sobre Detenções Arbitrárias concluiu que, baseado nos fatos e circunstâncias em que se realizou o referido julgamento, a natureza das acusações e a severidade das penas, o encarceramento dos Cinco Cubanos violou o artigo 14 da Convenção Internacional sobre Liberdades Políticas e Civis, da qual os Estados Unidos é signatário.  Esta foi a primeira vez que o Grupo de Trabalho sobre Prisões Arbitrárias denunciou a condenação de um caso nos EUA devido às violações cometidas durante o processo legal.
       Um grupo de três juízes de uma Corte de Apelações revogou as penas dos Cinco Cubanos. Creio firmemente que devido à intensa pressão política da poderosa comunidade cubana em Miami, a Corte de Apelação voltou atrás e restaurou as penas.
        Dez de seus homólogos laureados com o Nobel e outras personalidades internacionais, entre elas o Presidente do Timor Leste José Ramos Horta, Adolfo Pérez Esquivel, Rigoberta Menchú, José Saramago, Wole Soyinka, Zhgores Alferov, Nadine Gordimer, Gunter Grass, Dario Fo, Mairead Maguire, Mary Robinson, ex-presidenta da Irlanda (1992-1997)e ex-Alto comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos (1997-2002) e o ex-diretor geral da UNESCO Federico Mayor, entre outros, assinaram o documento Amicus perante a Suprema Corte dos Estados Unidos pedindo a revisão da decisão da Corte de Apelação.
     A eles se somaram centenas de parlamentares de todo o mundo, incluindo o Senado do México, a Assembleia Nacional do Panamá, 75 membros do Parlamento Europeu, incluindo dois ex-presidentes e três vice-presidentes atuais, entregaram petições para que a Suprema Corte revise o caso.
        Numerosas Associações de Leis e de Direitos Humanos na Europa, Ásia e América Latina, assim como personalidades internacionais e organizações legais e acadêmicas nos EUA assinaram estes documentos.  
          Como o sr. provavelmente sabe, a administração Bush financiou jornalistas para escreverem textos negativos sobre os Cinco Cubanos durante o julgamento realizado em Miami, Flórida, colocando em perigo a imparcialidade do devido processo e da apelação.
          Apesar do clamor da comunidade internacional e das Nações Unidas, a Suprema Corte se negou a apreciar o caso dos Cinco Cubanos.

             Eu, como muitos outros que serviram ao governo dos EUA, estou profundamente preocupada com a falta de imparcialidade na aplicação da lei estadunidense e do sistema judicial para com os Cinco Cubanos.
   Ramsey Clark, ex Procurador Geral, Larry Wilkerson, ex Coronel do Exército dos Estados Unidos e ex-Chefe da Seção de Interesses dos Estados Unidos em Havana, expressaram publicamente suas preocupações, mais recentemente em audiência internacional no evento "5 dias por los 5 cubanos" em Washington DC em junho de 2014.
    Me sinto orgulhosa de unir minha voz como Coronel da reserva do Exército dos Estados Unidos e ex- Diplomata dos Estados Unidos às declarações feitas por eles sobre suas preocupações com o processo judicial e o sistema penal americano a respeito dos Cinco Cubanos.
    Dois deles, René González e Fernando González Llort finalmente foram libertados após o cumprimento de suas penas. Três dos Cinco Cubanos, Gerardo Hernández, Ramón Labañino e Antonio Guerrero ainda permanecem nos EUA após mais de uma década de encarceramento em prisões de segurança máxima.
     Conheci as famílias dos Cinco Cubanos em 2006 em Havana. Eu tinha viajado para lá como membro de uma delegação de Direitos Humanos  que chegou até a entrada da base militar de Guantánamo para protestar contra as torturas e condições desumanas dos prisioneiros que tinham sido sequestrados, torturados e encarcerados após os acontecimentos do 11 de setembro de 2001.
      Como defensora dos Direitos Humanos foi difícil ouvir as histórias dos familiares dos Cinco sobre os desafios que têm que enfrentar para poder visitá-los nos cárceres de nosso país por causa das medidas burocráticas do governo dos EUA que lhes tornam muito difíceis de cumprir para poder vê-los.
        Na época de nossa viagem a Cuba em 2006, os Cinco Cubanos já estavam nas prisões há oito anos. Durante esses anos o sistema judicial dos EUA foi profundamente influenciado pelos fatos do 11 de setembro e a posterior redução dos direitos civis e políticos para os cidadãos estadunidenses e a limitação extraordinária e violação dos direitos legais para os que não são cidadãos dos EUA.

         Espero que sua administração, agora que lhe restam somente dois anos de mandato como Presidente, esteja disposta a desafiar a influência que tem a direita do lobby cubano de Miami na política estadunidense para, em última instância, corrigir as injustiças que têm sofrido os Cinco Cubanos, concedendo o indulto presidencial aos restantes três membros dos Cinco que estão presos.

       Obrigada,


Ann Wright
Ex Coronel do Exército dos Estados Unidos e ex- Diplomata dos EUA." 

3 de out de 2014

A VIRTUDE ELEVADA PELO AMOR

ALICIA E BILL



 Na foto, Alicia e Bill recebem o abraço de Mirta Rodríguez  e de Maruchi Guerrero - mãe e irmã de Antonio Guerrero,respectivamente, um dos Cinco Heróis.

Alicia Jrapko e Bill Hackwell foram condecorados com a Medalha da Amizade pelo Conselho de Estado de Cuba. Ela, coordenadora nos EUA do Comitê Internacional pela Liberdade dos Cinco. Ele, fotógrafo e ativista da mesma organização.

Acima de tudo, combativos, sem perder a ternura !
Parabéns aos dois. Merecem muito! 

Saludos desde Brasil !!

VOLVERÁN !! TODOS !!!




Mais informações: http://www.juventudrebelde.cu/cuba/2014-10-03/la-virtud-elevada-por-el-amor/


2 de out de 2014

A MÃE DE ANTONIO GUERRERO

"MEU MAIOR MEDO É QUE NÃO CONSIGA ASSISTIR ESTE REGRESSO"   -  MIRTA RODRÍGUEZ




   Mirta Rodríguez, de 82 anos, espera que a vida lhe permita ver em liberdade seu filho Antonio Guerrero condenado em Miami - EUA em 12 de setembro de 1998 acusado de espionagem.

   Ele e outros quatro cubanos se infiltraram na comunidade cubana de Miami onde conseguiram desbaratar uma rede terrorista que organizava ataques contra Cuba.

    Segundo Mirta, a injusta condenação contra seu filho e os outros quatro cubanos que só fizeram impedir ações terroristas planejadas dos EUA contra a ilha, teve e ainda tem causado graves consequências emocionais em suas famílias.

Mais sobre a entrevista de Mirta:
http://nuevaweb.diariocolatino.com/el-temor-mas-grande-que-tengo-es-que-no-alcance-a-ver-este-regreso-mirta-rodriguez/

1 de out de 2014

MARCHA DOS ESTUDANTES CUBANOS EM HAVANA PELA LIBERTAÇÃO DOS CINCO E CONTRA O TERRORISMO

LINDO !!!!













Chegada da marcha dos estudantes cubanos pela libertação de Gerardo, Ramon e Antonio e contra o terrorismo. Várias fotos. Na última, a filha de René, Irmita, com seu filho, neto do herói cubano.


VOLVERÁN !! TODOS !!!